Sabe qual a semelhança entre o casamento e pular numa piscina gelada?
Quem está dentro sempre diz para quem está fora que a água está ótima.
Essa é (ou era) a minha relação com a maternidade.
Por isso, eu prestei bastante atenção quando, aos meus quatorze anos, papai resolveu ter aquela conversa sobre métodos contraceptivos comigo.
Devo ter gastado alguns milhares de reais em camisinhas e pílulas anticoncepcionais. E, certamente, uma centena de orações naquela meia dúzia de vezes em que um ou outro falhou.
Pacotes de camisinha passaram a integrar a decoração da minha casa. Não é difícil, mesmo agora, encontrar um entre os livros na estante, na mesa de jantar, no armário do banheiro... e, creia-me, até na cozinha.
Daí que quase me faz acreditar no destino e toda essa papagaiada o namorado não ter encontrado nenhuma numa noite qualquer no fim de outubro passado.
Nada de camisinha. Especialmente onde deveriam estar (na primeira gaveta da cômoda, junto com os biquinis, os passaportes e outras utilidades de primeira necessidade). O que comprova que camisinhas funcionam apenas 95% das vezes. Nas outras 5% elas não foram encontradas.
Não combinamos nada. Mas, pensamos a mesma coisa. Bom, só fazia um ou dois dias do término da minha menstruação. Zona de segurança, certo?
Não entendo nada de maternidade, mas fica aqui o meu conselho para quem não quer engravidar: NUNCA acredite na tabelinha.
Naquela única e constrangedora aula de educação sexual que algum professor descolado do segundo grau se arriscou a dar, ele estava falando sério quando te disse que esse era o método contraceptivo mais falho.
E só para constar, o milagre da concepção é bem discreto. Não rolou uma chuva de ouro (http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A2nae), um anjo com trombetas, nem nada parecido.
A gente virou pro lado e dormiu tão sem filhos como naquela manhã. Beeeem longe daquela piscina...
Devo ter gastado alguns milhares de reais em camisinhas e pílulas anticoncepcionais. E, certamente, uma centena de orações naquela meia dúzia de vezes em que um ou outro falhou.
Pacotes de camisinha passaram a integrar a decoração da minha casa. Não é difícil, mesmo agora, encontrar um entre os livros na estante, na mesa de jantar, no armário do banheiro... e, creia-me, até na cozinha.
Daí que quase me faz acreditar no destino e toda essa papagaiada o namorado não ter encontrado nenhuma numa noite qualquer no fim de outubro passado.
Nada de camisinha. Especialmente onde deveriam estar (na primeira gaveta da cômoda, junto com os biquinis, os passaportes e outras utilidades de primeira necessidade). O que comprova que camisinhas funcionam apenas 95% das vezes. Nas outras 5% elas não foram encontradas.
Não combinamos nada. Mas, pensamos a mesma coisa. Bom, só fazia um ou dois dias do término da minha menstruação. Zona de segurança, certo?
Não entendo nada de maternidade, mas fica aqui o meu conselho para quem não quer engravidar: NUNCA acredite na tabelinha.
Naquela única e constrangedora aula de educação sexual que algum professor descolado do segundo grau se arriscou a dar, ele estava falando sério quando te disse que esse era o método contraceptivo mais falho.
E só para constar, o milagre da concepção é bem discreto. Não rolou uma chuva de ouro (http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A2nae), um anjo com trombetas, nem nada parecido.
A gente virou pro lado e dormiu tão sem filhos como naquela manhã. Beeeem longe daquela piscina...
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