"Nossa, Fá! Estou parecendo uma vaca!"
Essa é a frase comumente inaugural da temporada oficial da TPM aqui em casa.
Para os que precisam de explicações detalhadas, a referência bovina serve como paralelo ao tamanho dos meus seios.
Peitinhos médios, num dia normal. Mais para "P", como já disse um amigo.
A minha metamorfose (mais ou menos) mensal na sagrada ruminante me permite preencher um sutiã 44. E vá lá!
Dessa vez, olhando pro espelho, achei que Papai Noel talvez tivesse atendido um desejo de Natal do Fá... ele foi mesmo um bom menino, em 2013. Por que não ganhar uma namorada com peitos 46, ainda que por uma ou duas semanas?!
Mesmo que fosse só para olhar, porque só isso já era suficiente para sentir uma dor escabrosa na peitola.
Normal de TPM.
Assim como também é normal de TPM a dor no corpo.
O cansação me fazendo dormir em qualquer lugar.
A variação de humor modo hard plus master blaster ninja. Ou chorando com matérias sobre transporte aéreo de carga em revistas de bordo; ou pensando em encomendar uma ogiva nuclear do Irã e despejar na cabeça de alguém.
Normal de TPM também a vontade de comer coisas indistintas mas classificáveis na categoria "gostosas" ou "gordice".
Nem tão normal de TPM assim a prisão de ventre (papo agradável, né? Falar de cocô...), mas às vezes acontece.
O que não acontece é a azia.
Não tem nada a ver com TPM.
Mas, tem a ver com dezembro. Happy hours, festas de aniversário épicas, amigos secretos, fim de ano... Álcool e guloseimas diversas e pouco saudáveis em doses cavalares.
Azia = gastrite. Até lembrei de pedir o telefone do Dr. Carlos Fofinho pro Fabito.
Lá pelo dia 20 de dezembro, Francisco foi declarado oficialmente atrasado. Nada demais. Mas eu já estava nessa de TPM há quase duas semanas.
E a tal da azia lá. Sabe como é?
Gastrite, na certa. E TPM.
Final do ano prometia. Omeprazol na ceia de natal. O.B. no Ano Novo.
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